© Copyright 2003, VirtuaBairro.Com.Br. Todos os direitos reservados. |
||||||||||||||||||||||||||||||||
Web Adventure - Ar
O pára-quedismo não só é um esporte radical, é uma opção fantástica de lazer. Permite que você durante o salto, possa contemplar toda natureza, junto a uma sensação de paz que vai tomando conta da alma. Essa química funciona como um potente ímã para os viciados em adrenalina e os apaixonados pela emoção.
Paragliding é o mais novo e excitante esporte aéreo. Na Europa são mais de 300.00 participantes! Ao contrário do Paraquedas o Paraglider só decola se estiver aberto. Você não vai saltar de um avião mas sim decolar de uma montanha. enquanto o paraquedas só desce,a grande sencação do Paraglider é subir o mais alto possível e voar a maior distância possível. O Paraglider permite que você voe por várias horas (sem uso de motor) e percorra muitos quilômetros. O recorde mundial hoje é de 337 quilometros! O Paraglider é um equipamento simples e prático. Vem em uma mochila pesando cerda de 12 quilos e é de fácil transporte. Você tem total dirigibilidade. O equipamento completo custa cerca de US$ 3,000.00 Quem diria que por esse valor você poderia sair voando com seu próprio equipamento. O prazer de voar é indescritível! Ao pilotar um Paraglider você tem a sensação de paz e tranquilidade pois você está em contato constante com a natureza.
COMO APRENDER A VOAR
A duração dos cursos varia de 2 a 3 semandas. O aprendizado é bastante fácil e rápido. Logo nas primeiras aulas você já começa a voar! Os cursos são ministrados o ano todo nos finais de semana e também durante a semana, caso haja possibilidade ou interesse do aluno.Os cursos são ministrados por instrutores credenciados pelo Departamento de Aviação Civil - D.A.C Primeiro estágio: você aprende a inflar e controlar o Paraglider no solo. Segundo estágio: você vai aprender a decolar e pousar em morros baixos. neste estágio você vai voar sempre bem próximo ao solo. Terceiro estágio: chegou a hora da verdadeira emoção: você vai voar alto! Após formado, você recebe um certificado de piloto desportivo emitido pelo Ministério da Aeronáutica. Agora você vai poder sair com seus amigos e voar por este mundo afora. Lindas praias e montanhas o aguardam para que você venha colorir o céu.
prática
Com o material esportivo à mão, o atleta pode praticar em qualquer praia. Alguns cuidados são imprescindíveis como segurar corretamente as cordas para evitar se cortar ou decepar os dedos; evitar o vento da terra para o mar e nunca fazer manobras não recomendadas pelas instruções básicas do esporte. Em Pernambuco, apesar de reunir todas as características para praticar o esporte, ainda não existem relatos de alguém que possua o equipamento disponível para “sair voando” por aí. Por sinal, até a compra de um destes protótipos é um pouco complicado. Só uma loja no Brasil, em Floripa, dispõe do material.
No entanto, praticá-lo, é relativamente fácil, principalmente para aqueles que já tenham experiência no surfe, snow board, skate. Mas vai a dica: em breve um representante local deve estar trazendo os primeiros equipamentos e testando-o em Maracaípe (PE). A pipa têm três tipos de formato: infláveis, miniglider e rígida (pequeno asa delta) e é ligada à pessoa - que deverá estar em cima de uma prancha - através de cordas. A prancha de surfe deve ser um pouco mais larga e possuir presilhas na superfície para prender os pés (como nas pranchas de wind surf). Enquanto o atleta está dentro da água, segurando as cordas com as mãos, o velame ficará na terra até ganhar altitude. Quando isso acontecer, o próprio praticante ficará na incumbência de dirigir a pipa, que ele direcionará para dentro do mar. Um toque importante é fazer o fly surf em um mar de vento maral, ou seja, que tenha a circulação da água para a costa. O terral, que é o contrário, pode levar o kite surfer para longe da praia dificultando a sua volta.
história
Se um aficionado por esportes radicais têm as seguintes condições: vento, mar, geografia bem delimitada, prancha e pipa, ele já pode pensar em praticar a mais nova mania na França e no Hawaii, o kite surf. Kite, em inglês, significa pipa e a brincadeira consiste em ser arrastado em alta velocidade pelo objeto - que está mais para um velame de pára-quedas ou parapente do que para aquele que empinamos quando crianças - em cima de uma prancha de surfe. A soma desses dois utensílios proporciona, além de vôos e manobras fenomenais, uma adrenalina para “maluco” nenhum botar defeito. A pipa que hoje arrasta as pranchas, skates, snow boards, apareceu há séculos, onde era utilizada para ajudar na pesca. O utensílio era amarrado nas pontas das redes, ajudando aos pescadores na hora do arrastão. Como lazer, o esporte ganhou força em meados dos anos 90. Inicialmente, ainda sem o nome atual, tinha os velames usados para puxar esquis aquáticos. Foi dessa experiência que os irmãos franceses, Legainoux, trabalharam no primeiro protótipo, chamando-o de fly surf-system - outro nome da ação radical. Desde 95, a prática é sensação na própria França e no Hawaii. No Brasil, a primeira vez que se ouviu falar em kite surf ou fly surf foi no ano de 1996. Um francês aproveitou sua passagem por Florianópolis para impressionar os locais com o esporte radical. Marco, da Bad Boy, não ficou para trás e em uma das viagens que fez ao arquipélago havaiano trouxe para o país o primeiro jogo de kite surf. Como o aparato esportivo ainda é escasso no Brasil, só sete pessoas dominam o esporte por aqui.
Vôo Livre Asa-delta é fabricado com tecido resistente, um trapézio de tubos de alumínio, um tubo transversal, a quilha, dois tubos angulares na ponta da dianteira da asa, um cinto e um mosquetão. Um vôo bem sucedido depende da checagem dos equipamentos, que devem seguir normas de segurança, das condições climáticas e da experiência do piloto, o que requer um curso especializado.
É feito com um equipamento aeronáutico que, ao abrir-se na queda, permite ao pára-quedista uma descida relativamente lenta e com isso, possibilita que o mesmo realize vários tipos de manobras radicais. Os pára-quedas são sempre dobrados cuidadosamente (geralmente pelo próprio pára-quedista) e acondicionados numa bolsa de lona, que se abre rapidamente quando o pára-quedista puxa o punho de comando, alguns segundos após ter se lançado da aeronave. Como qualquer falha no funcionamento do equipamento seria fatal, exige-se o máximo de cuidado na tarefa de acondicioná-la na bolsa. O equipamento passa por uma revisão a cada três meses.
Esportes Radicais - Terra
É um esporte que não requer nenhum tipo de equipamento especial nem de valores elevados, porém, precisa de muita disposição e cautela para que sua caminhadas sejam bem sucedidas. Se você quer conhecer lugares intocados, vai ter de colocar pé na trilha.
Em quase todos os esportes, os atletas competem uns com os outros, para saber qual deles é o melhor. O praticante do montanhismo, pelo contrário, não compete senão consigo mesmo, movido pelo desejo de conhecer os seus próprios limites. Aventurar-se nas montanhas, em comunhão com a natureza, faz bem ao corpo e à mente.Montanhismo, ou alpinismo é a pratica de excursões e caminhadas pelas montanhas, que podem incluir ou não a realização de escaladas. De maneira mais estrita, esses nomes designam o esporte que consiste na subida a cumes e pontos escarpados, cujas dificuldades de acesso só podem ser superadas com o domínio de técnicas que o treinamento confere e a experiência aprimora. Destituída de espírito competitivo, o montanhismo pode ser praticado por pessoas sozinhas Por questões de segurança, porém, essa opção é condenada pelas associações esportivas, que sempre sugerem a presença de um guia, mesmo nas caminhadas mais leves. As subidas complexas são geralmente efetuadas em grupos, nos quais a cooperação é indispensável para a segurança de todos e o êxito final da empreitada.
Fazer uma trilha é bem mais que pegar uma bicicleta e pedalar. Requer um certo condicionamento físico, para que a trilha venha a ser um prazer e não um sofrimento. Este treinamento é fundamental. Pode ser feito em casa ou numa academia, pedalando em uma ergométrica, ou pedalando pela cidade. Sempre forçando o ritmo para poder enfrentar as subidas na trilha e sempre lembrando que pedalar no asfalto é bem diferente que pedalar em estradas de barro. É fundamental durante a trilha beber água para manter-se bem hidratado. Antes da pedalada é recomendada uma alimentação rica em carboidratos, nunca uma comida oleosa. O equipamento também é muito importante: óculos, luva, capacete, bermuda de lycra ou cotton e tênis. Checar a bike, calibrar os pneus, regular os freios, botar óleo na corrente e dar uma olhada nas marchas. Levar um lanche (barra energética, paçoca, banana passa, biscoito, etc.). O resto é só curtir!
Equipamentos
Para participar de uma competição de Mountain Bike, com um equipamento razoável, o atleta deve dispor de aproximadamente R$ 3.000,00, preço médio da bike, das roupas e dos acessórios. Além da bike, o atleta utiliza um capacete de poliuretano, sapatilhas com pedal especial, bermuda de lycra acolchoada e blusa vazada para facilitar a transpiração. Tudo ao custo médio de R$ 700,00.
O skate surgiu no final dos anos 60, inventado por surfistas da Califórnia (EUA), que tentavam reproduzir em terra firme as manobras do surfe. Em Pernambuco, a novidade chegou por volta de 1975, quando cerca de 15 jovens praticavam a modalidade no estado, (alguns ainda estão na ativa, como Beto e Wilson). Ainda na década de 70, o esporte passou por uma verdadeira onda de adesões, com centenas de praticantes e diversas competições em Pernambuco. O principal estilo praticado na época era o "free style" ou estilo livre, que consistia em executar manobras em terreno horizontal com skates de dimensões bastante diferentes das atuais, com 50 cm de comprimento e 20 de largura. (muitas das manobras de hoje derivam desta época, principalmente os "flips", quando o skate realiza giros). Após o período de "febre", o skate em Pernambuco passou por uma queda no início anos 80, quando praticamente ficou resumido a um grupo de "skatistas" que se reuniam no bairro de Boa Viagem num "half pipe" (pista em forma de "u", com inclinações de até 90 graus). O final dos anos 80 houve outra "onda" com campeonatos mais organizados e surgimento de associações. O esporte sofreu um novo esfriamento no início dos anos 90, mas muitos "skatistas" continuaram a pratica em vários pontos de Recife, os campeonatos continuaram existindo e surgiu o primeiro profissional do estado, Marcelo Agra. Hoje o skate pernambucano está espalhado pelo estado, com competições na capital e no interior. Tem vários atletas patrocinados por empresas locais e do Sul do país e um profissional, o OG de Sousa (atleta deficiente físico que compete no circuito mundial). A grande carência, atualmente, é a falta de apoio, tanto do Governo do Estado, quanto dos empresários de lojas de material esportivo, que poderiam investir mais nos esqueitistas e em campeonatos.
A maior pista de Skate - Da América Latina
Um Half Pipe de 16 x 4 metros de altura ao lado de uma pista de street com 700 metros quadrados, diversos obstáculos e piso de madeira. E o melhor de tudo: não estamos falando de um lugar fora do país. Isto é só uma amostra do que é a Skate House Brasil, a maior pista de skate indoor na América Latina. "No total, são dois mil metros quadrados em um galpão coberto. A capacidade é para 1500 pessoas sentadas, além de 60 skatistas por bateria", contabilizou Ricardo Piazza, proprietário do local e representante brasileiro da marca de sport wear Billabong. A inauguração será realizada no Campeonato Sul-Americano de Skate (dias 26, 27 e 28 deste mês). Todas as rampas e obstáculos foram projetados pelo arquiteto Jorge Rotatori. Os freqüentadores poderão utilizar a pista de quatro maneiras: avulso (R$ 5 por duas horas), mensal, trimestral e semestral. "No ano que vem, iremos incluir transporte com mini vans, que irão ligar os principais pontos da Capital à Skate House Brasil".
O "rappel" é uma técnica do montanhista para efetuar a descida, na qual o mesmo desliza de forma controlada, por cordas ou cabos, vencendo obstáculos como cachoeiras (canyoning), paredões, abismos, pontes, declives, etc., com o objetivo de salvamento ou simplesmente aventura esportiva. Essa atividade é feita por meio de equipamentos seguros (mosquetões, freios, bouldrier), e permite que escaladores, espeleólogos ou mesmo os trekkers que gostam de aventuras mais radicais, desçam pelas cordas, com a alternativa de parada no meio da descida, para fotografias ou mesmo contemplação da paisagem. Ensinamos, passo a passo, a técnica necessária básica para aqueles que nunca fizeram "rappel". Há opções da prática de "canyoning", que nada mais é do que o "rappel" feito em cachoeiras. ATENÇÃO!!! Assim como qualquer esporte, é necessário muitos cuidados na prática do Rappel. É indispensável o uso de equipamentos de segurança, assim como manutenção dos mesmos. Somente utilize equipamentos específicos para cada finalidade. E nunca, nunca mesmo, use uma corda que não seja para rappel, sua vida depende dela !!
Rafting
O Rafting (do inglês Raft, que significa
balsa), é a aventura de descer rios em botes infláveis. Tornou-se
conhecido na Europa e nos Estados Unidos nos anos 70, quando alguns aventureiros
resolverem radicalizar e descer rios usando bote salva-vidas. Um dos motivos
do Rafting ser um excelente esporte é que cada descida é única,
pois com a variação do nível de água, há
uma mudança na grau de dificuldade das corredeiras proporcionando assim
uma aventura nova a cada descida. Afinal de contas o que há de melhor
no esporte é o contato com a natureza dos rios e, é claro, a
adrenalina.
Wind Surf
prática
Não existe nada que impeça uma pessoa de se enveredar nos caminhos
dos esportes radicais por conta própria. No entanto, quando você
conta com um instrutor que lhe passe as dicas corretas de como pratica-los,
sem dúvida, a coisa fica mais fácil. No Recife, a Loja de artigos
esportivos, Bob Nick, é pioneira no estado quando o assunto é
escola de wind surf. Por trás das aulas está Yuri Tagutti, campeão
nas raias de todo Brasil que não esconde o jogo quando tem que ensinar
as manhas do esporte predileto. "São cinco aulas ao todo sendo
que, uma teórica e o resto prática", afirma, ressaltando
que, após esses poucos encontros, o aluno estará apto a sair
deslizando pelo mar afora. O wind surf possui três modalidades diferentes.
O Race, que usa pranchas e velas potentes, o que proporciona uma velocidade
muito grande; o slalon, caracterizado por pranchas menores que recebem velas
maiores e são ideais para os locais de vento forte; e a wave, que é
aquela modalidade em que o esportistas pratica em ondas. Seja surfando nelas
ou usado-as como rampas para dar aéreos - vôos. Sabendo disto,
agora é só escolher o que lhe convém e fazer bonito no
oceano.
história
No mundo já sabemos que Aruba, Maui, Isla Marguerita e Ilhas Canárias
são os principais "pontos de encontro" dos wind surfers.
Aqui no Brasil, reconhecidos como "points" estão Búzios,
no Rio de Janeiro; Itaparica, na Bahia; Jericoacoara, no Ceará; e Maria
Farinha e Piedade, em Pernambuco. Entretanto, Yuri Tagutti afirma que o mar
é a maior condição a pratica do wind surf. Por isso,
além dos picos de Pernambuco acima relacionados, o expert garante que
de norte a sul o esporte pode ser realizados sem dificuldades em qualquer
"canto" do estado.
Mergulho
A fascinação que o misterioso mundo submarino
sempre exerceu sobre o ser humano e o desejo de explorar suas riquezas fomentaram
o interesse pela atividade subaquática.Mergulho é o nome genérico
que abrange o conjunto de atividades baseadas na prática da imersão
subaquática por períodos mais ou menos longos, com objetivos
esportivos ou de trabalho em diversas áreas, como pesca, construção
de pontes, colocação de cabos de comunicação etc
e pesquisa cientifica, militar, comercial e outrasComo esporte, essas atividades
estão sujeitas a uma regulamentação severa, que limita
o uso de aparelhos de imersão: como trabalho, tiram proveito de todos
os avanços tecnológicos que tornem possível maior permanência
e mobilidade na água.
Caça Submarina
A caça submarina é o esporte que consiste
em apanhar peixes em seu próprio habitat, por meio do mergulho e com
auxilio de equipamentos. Em mergulho livre, ou seja, sem emprego de aparelho
de respiração, o limite de profundidade é ditado pela
capacidade de sustar a respiração e de equilibrar a pressão
do ar contido no ouvido médio com a crescente pressão da água
à medida que o caçador submerge. A manobra inversa se processa
automaticamente pelo organismo quando o caçador retorna à superfície
A caçada é feita em profundidades que raramente ultrapassam
vinte metros e, em geral, de tocaia. Os peixes de passagem são abatidos
em movimento, enquanto os de toca, como a garoupa, devem ser atraídos
para fora ou abatidos ao mostrar a cabeça. Depois que o arpão
atinge o alvo, a tarefa seguinte consiste em embarcar o peixe. Um peixe grande
reboca facilmente o caçador quando o tiro não é mortal.
Os peixes de águas brasileiras preferidos pelos caçadores são:
linguado, anchova, sarda, xaréu, cavala, sernambiguara, garoupa, sioba,
cação-martelo, mero, robalo e badejo branco. Alguns peixes de
grande porte como o mero, que chega a 300kg, deixaram de ser temidos depois
que se generalizou à prática da caça submarina. As espécies
gigantes de tubarão mostraram-se inofensivas para o homem, mas outras
chegam a atacar perto das praias.
Canoagem
Esporte popular em muitos paises do mundo, canoagem
é qualquer espécie de corrida de canoas, propelidas a remo ou
à vela, com um ou mais tripulantes. Há competições
em águas tranqüilas, sem correntezas, com raias em linha reta;
descida de rios às vezes turbulentos, em percursos sinuosos e entremeados
com obstáculos naturais: e velejo em grandes superfícies de
água. Os campeonatos de maior expressão são os dos Jogos
Olímpicos.A canoa é um barco leve, com pontas nas duas terminações,
desenhada para propulsão por um ou mais remadores sentados de frente
para a proa (com remos de uma ou duas pás). O nome é aplicado
a botes abertos da proa à popa, como na canoa canadense, e aos quase
totalmente cobertos, exceto numa abertura onde o remador fica sentado, como
é o caso do caiaque. As canoas primitivas eram leves esqueletos de
madeira cobertos por peles, como o caiaque esquimó. As canoas cobertas
de lona foram um desenvolvimento natural dessa idéia.
Iatismo
Esporte náutico de recreação ou
competição, praticado com barcos a vela, no mar ou em lagos.
O barco vencedor é aquele que cruza a linha de partida, contorna as
bóias e atravessa primeiro a linha de chegada. É proibido aos
iatistas despejar na água substâncias que reduzem o atrito dos
barcos com a água; abanar as velas, como se fossem asas; saltar, de
repente, para frente e para trás do barco; e movimentar o leme de maneira
forçada e repetida. Mas como recreação é um esporte
maravilhoso, muito estimulante e saudável.
Surf
Esporte que consiste basicamente em praticar manobras
na crista de uma onda e nela permanecer o maior tempo possível, realizando
manobras radicais. O surfe dispensa o uso de equipamento especiais, a não
ser a própria prancha. O aprendizado básico demanda pouco tempo,
o suficiente para a pessoa conseguir ficar de joelhos sobre a prancha, em
seguida abrir os braços e finalmente ficar de pé.A partir de
então, ela poderá se exercitar em manobras mais ousadas, como
a de deslizar no interior de um túnel formado pela onda, mais conhecido
como tubo. As pranchas modernas são fabricadas em fibra de vidro ou
poliuretano, com acabamento de resina de poliéster ou epóxi.
Pesam de 3,5 a 7Kg e medem entre 1,80 e 3m de comprimento, por aproximadamente
75cm de largura e 8cm de espessura. Na parte posterior-inferior têm
uma, duas ou três, que servem para estabiliza-las e facilitar as manobras.
Para a prática do surfe, as ondas de três a cinco metros são
as melhores e as mais comuns, tanto no Atlântico quanto no pacífico.
A altura da onda é proporcional à força do vento. Em
condições ideais, na praia de Makaha (Havaí), em ondas
de quatro metros alcançadas em pontos distante da praia, os surfistas
conseguem deslizar por 800m ou mais. São necessárias ondas longas,
de boa velocidade, que não formem paredes, que não encaixotem
(quebrem bruscamente formando um túnel interno) e que permitam boas
manobras, tanto na crista como na base.
Karatê
O Princípio das Artes Marciais e do Karate
Formas de autodefesa são, provavelmente, tão antigas quanto a espécie humana.
O Karate e as demais artes marciais atuais têm suas raízes mais remotas nos
séculos V e VI antes de Cristo, quando se encontram os primeiros indícios
de lutas na Índia. Esta luta era chamada "Vajramushti", cuja tradução aproximada
poderia ser "aquele cujo punho cerrado é inflexível". Vajramushti foi o estilo
de luta do Kshatriya, uma casta de guerreiros da Índia. Em 520 A.D., um monge
budista chamado Bodhidharma (também conhecido como "Ta Mo" em chinês ou "Daruma
Taishi" em japonês), viajou da Índia para a China para ensinar Budismo no
Templo Shaolin (Shorinji).
A lenda conta que quando ele chegou encontrou os monges do Templo numa condição
de saúde tão precária, devido às longas horas que eles passavam imóveis durante
a meditação, que ele imediatamente se preocupou em melhorar a saúde deles.
O que ele ensinou foi uma combinação exercícios de respiração profunda, yoga
e uma série de movimentos conhecidos como "As Dezoito Mãos de Lo Han" (Lo
Han foi um famoso discípulo de Buda). Esses ensinamentos foram reunidos em
um só e os monges logo se descobriram capazes de se defender contra os muitos
bandidos nômades que os consideravam uma presa fácil. Os ensinamentos de Bodhidharma
são reconhecidos pelos historiadores como a base de um estilo de arte marcial
chamado Shaolin Kung Fu.
Diferentes estilos de Kung Fu se desenvolveram quando as personalidades e
as nuanças dos monges emergiram. Haviam dois templos Shaolin, um na província
de Honan e outro em Fukien. Entre 840 e 846 A.D., ambos os templos, assim
como muitos milhares de templos menores, foram saqueados e queimados. Isto
foi supervisionado pelo Governo Imperial Chinês, que na época tinha uma política
de perseguição e importunação sobre os Budistas. Os templos de Honan e Fukien
foram mais tarde reconstruídos somente para serem destruídos por completo
pelos Manchus durante a Dinastia Ming de 1368 a 1644 A.D.
Somente cinco monges escaparam, todos os outros foram massacrados pelo imenso
exército Manchu. Os cinco sobreviventes tornaram-se conhecidos como "Os Cinco
Ancestrais". Eles vagaram por toda China, cada um ensinando sua própria forma
de Kung Fu. Considera-se que este fato deu origem aos cinco estilos básicos
de Kung Fu: Tigre, Dragão, Leopardo, Serpente e Grou. Como cidadãos chineses
emigraram para as ilhas de Okinawa, novos sistemas se desenvolveram. O nome
genérico dado às formas de luta de Okinawa foi "Te", que significa "mão".
Haviam três principais núcleos de "Te" em Okinawa. Estes núcleos eram as cidades
de Shuri, Naha e Tomari. Conseqüentemente os três estilos básicos tornaram-se
conhecidos como Shuri-te, Naha-te e Tomari-te.
O primeiro deles, Shuri-te, veio a ser ensinado por Sakugawa (1733-1815),
que ensinou Sokon "Bushi" Matsumura (1796-1893), e que por sua vez ensinou
Anko Itosu (1813-1915). Foi Itosu o responsável pela introdução da arte nas
escolas públicas de Okinawa. Shuri-te foi o precursor dos estilos japoneses
que eventualmente vieram a se chamar Shotokan, Shito Ryu e Isshin Ryu. Naha-te
tornou-se popular devido aos esforços de Kanryo Higaonna (1853-1916). O principal
professor de Higaonna foi Seisho Arakaki (1840-1920) e seu mais famoso aluno
foi Chojun Miyagi (1888-1953). Miyagi também foi à China para estudar. Ele
mais tarde desenvolveu o estilo conhecido hoje por Goju Ryu. Tomari-te foi
desenvolvido juntamente por Kosaku Matsumora (1829-1898) e Kosaku Oyadomari
(1831-1905).
Matsumora ensinou Chokki Motobu (1871-1944) e Oyadomari ensinou Chotoku Kyan
(1870-1945) - dois dos mais famosos professores da época. Até então Tomari-te
era largamente ensinado e influenciou tanto Shuri-te como Naha-te.
O
Jiu Jitsu
Breve Histórico do JIU-JITSU
De 500 A.C. até nossos dias. (cerca de 2400 anos de existência) JIU-JITSU
é uma perfeita arte científica marcial de defesa pessoal. Em combate real
é invencível contra qualquer modalidade de luta. É superior a todos os demais
estilos por ser o mais completo. JIU-JITSU dividi-se em: 1. Quedas (Ju-Dô)
2. Traumatismo Atemi (Karatê-Jitsu) 3. Torções (Aiki-Jitsu) 4. Estrangulamentos
5. Pressões 6. Imobilizações 7. Colocação (Posição de combate, Momento de
Ataque e esquiva) É praticado em pé e no chão e com qualquer tipo de vestuário.
Origem Apesar de contraditórias versões, a origem do JIU-JITSU é inegavelmente
atribuída à Índia, berço das religiões e de cultura inigualável. Monges budistas,
de grande saber e de perfeito conhecimento do corpo humano, foram os criadores
da mais perfeita e completa forma de defesa pessoal de todas as épocas, que
é o JIU-JITSU o pai de todas as lutas. Torna-se, portanto, necessário o
conhecimento das origens do Budismo, para que se possa compreender a criação
da forma de luta que, séculos mais tarde, foi chamada pelos japoneses de “Arte
Suave”, ou seja, técnica de defesa pessoal que, com o mínimo de esforço, sem
necessidade do uso da força bruta, permite ao mais fraco defender-se e derrotar
um adversário fisicamente mais forte.
Propagação
A disseminação do JIU-JITSU pela Ásia viria séculos mais tarde quando ( a
cerca de 250 AC., ou seja, 2.250 anos passados), reinou na Índia DEVANAMPRIYA
PRIYADARSIM, conhecido como rei ASOKA 2 séculos depois de BUDA. Abraçado
ao Budismo, Asoka desenvolveu-o criando milhares de Monastérios dentro e fora
da Índia. Desta maneira, o budismo e, com ele, o JIU-JITSU atingiram o Ceilão,
a Birmânia e o Tibet. Depois, o Sião e todo o sudeste da Ásia. Posteriormente,
a China, e, finalmente, o Japão onde cresceu e tomou grande impulso, emigrando
em seguida para o Ocidente. A entrada do JIU-JITSU no Japão é anterior ao
nascimento de Cristo. A morte do rei Asoka trouxe funesta conseqüência para
o Budismo e, consequentemente para o JIU-JITSU. Os brâmanes, (adoradores da
religião de Deus Brama, que florescia antes do Budismo), sentindo-se prejudicados
pelo espírito da religião Budista, moveram pertinaz campanha até conseguir
expulsar os monges budistas do solo indiano; razão da pouca influência do
JIU-JITSU na Índia. A filosofia ZEN (nascida do Budismo) é, sem dúvida, o
traço marcante entre o Budismo e as antigas Seitas de JIU-JITSU.
INTRODUÇÃO DO JIU-JITSU NO BRASIL
Por volta de 1917, chegava ao Brasil o professor e campeão mundial de JIU-JITSU,
KONSEI MAEDA, conhecido como CONDE KOMA que obteve grandes vitórias, em
todo mundo, sobre todas as formas de lutas. Em Belém do Pará, o professor
Koma passou a lecionar o verdadeiro JIU-JITSU, a seu dileto aluno Carlos Gracie,
que chegando ao Rio de Janeiro (em 1920) acompanhado de seus irmãos mais novos,
fundou a primeira academia de JIU-JITSU (localizada à Rua Marquês de Abrantes,
Praia do Flamengo).
A partir daí, o JIU-JITSU passou a ser difundido com sangue e suor. A luta
de kimono, desconhecida para os brasileiros, foi- se impondo, através de vitórias
, contra todas as formas de luta que aqui existiam como a Capoeira, a Greco-
Romana, o Boxe e, mais tarde, quando aqui chegou, o Judô Esportivo e (recentemente)
o Karatê-Dô esportivo. Lutas épicas e memoráveis de Hélio Gracie (contra adversários
fisicamente mais fortes) colocaram o JIU- JITSU brasileiro acima de todas
as demais formas de lutas.
As sucessivas vitórias de homens franzinos (contra gigantes musculosos) fizeram
com que, bem cedo, os mais incrédulos acreditassem na invencibilidade do JIU-JITSU.
Após anos de lutas e de estudos, desenvolveu- se um verdadeiro Estilo Brasileiro
de JIU-JITSU, com aprimoramento de luta de chão e o lançamento, pela primeira
vez, da luta de JIU-JITSU sem kimono valendo, inclusive, golpes traumáticos.
Atualmente o JIU-JITSU Brasileiro encontra-se em plena expansão à nível mundial,
conseqüência de um trabalho que teve seu início na década de 20, através de
Carlos Gracie, que repassou aos seus irmãos os conhecimentos recebidos de
Conde Koma.