Evite que os tecidos soltem tinta, acrescentando duas ou três colheres de chá de sal à água dos ciclos de lavagem e enxágüe.
As manchas de suor sairão da roupa se ela for mergulhada em água com sal antes da lavagem.
Para lavar roupas mais delicadas na máquina de lavar, coloque-as numa fronha, feche com fio plástico, e lave junto com o resto.
Odor de alho nas mãos - O cheiro do alho vai desaparecer das mãos se elas forem esfregadas com tomates.Também poderá esfregar açúcar nas mãos umedecidas com água.
Odor de alho na boca - Se o alho é muito bom para a saúde, não o é para o olfato. Por isso, todas as vezes que comer alho ou algum alimento que tenha seu paladar muito pronunciado, não tente tapear, procurando neutralizar seu odor (da boca e do hálito), chupando pastilhas de hortelã, mascando chicletes ou mesmo usando desodorante bucal, porque assim "a emenda seria pior que o soneto"; o hálito ficaria com um cheiro insuportável. Para anular o odor do alho, você poderá:
1 - Tomar um copo de leite
2 - Trincar, com os dentes, alguns grãos de café.
3 - Pegar um pouco de açúcar e esfregar nos dentes e na boca, por fora e por dentro.
Não faça
feio!
É meio complicado servir-se nos bufês de restaurantes ou hotéis.
Mas é fácil aprender: basta lembrar-se de algumas coisinhas
básicas para não fazer feio.
Para começar, não encha demais o prato, já que é
sempre possível servir-se mais de uma vez.
Se algum item do bufê estiver acabando, peça ao garçom
para reabastecê-lo.
Por fim, use unicamente a colher ou o garfo apropriados para cada alimento.
Para limpar cadeira de palhinha: Tire o pó das cadeiras, com um pano úmido. depois, lave-as inteiramente, mas pelo lado de dentro com água quente, e coloque-as para secar ao sol. A palhinha esticará e parecerá renovada.
Sofás e cortinas: Em ambientes pequenos, prefira tecidos lisos e de cores clara. Os estampados ficam bem em salas de dois ou mais ambientes.
Roupa branca de seda ficará mais branca agregando no último enxágüe uma colher de sopa de água oxigenada de 20 volumes por litro de água.
Toalhas ficarão mais limpas se colocar na água de enxágüe uma colher de bicarbonato.
Para afastar formigas de casa, use pedaços de limão já bem passados e mofados. Para as mais resistentes, misture querosene, ácido bórico e açúcar em partes iguais.
Cercado de simbolismos, o batizado marca a apresentação da criança à sociedade e à comunidade religiosa a que vai pertencer. Dependendo da crença, mudam os ritos, mas a data é sempre marcada por muita comemoração.
Padrinho e madrinha
São os naturais substitutos dos pais na criação dos filhos
e, por isso mesmo, devem ter afinidade com vocês quanto ao tipo de educação,
valores morais e conduta de vida que pretendam passar para a criança.
Normalmente, o casal escolhe o compadre e a comadre entre os parentes e amigos
mais chegados.
Marque a data e convide
Em geral, as igrejas batizam aos domingos, algumas também aos sábados.
Evite, apenas um fim de semana que emende em feriado, porque muita gente aproveita
para viajar. Data marcada, vamos aos convites!
Para uma cerimônia como o batizado, em que serão chamadas as pessoas mais próximas, não há problema em convidá-las por telefone. Mas você pode, também, mandar um convite impresso, pelo correio ou pela internet, sempre com uma antecedência de 15 a 20 dias. Nas lojas, há vários modelos bem bonitos, com textos e ilustrações sobre o tema. Quem quiser pode fazer um cartão com a foto do bebê, que fica muito simpático. Em qualquer dos casos, especificar se é extensivo para a recepção depois.
Café da manhã
ou brunch
Bolo com champanhe, café da manhã ou brunch: o importante é
comemorar. Se o local da recepção for espaçoso, espalhe
mesinhas cobertas com toalhas brancas e vasos de flores, que podem, depois,
ser levados como lembrança. Na mesa principal, o bolo, branco, recheado
e confeitado no mesmo tom, os docinhos e jarras de sucos naturais. Arranjos
de rosas brancas, lírios ou copos-de-leite completam o décor.
Se a festa é grande
A maioria dos bufês que prepara a comida oferece, além do serviço
de garçons, mesas, cadeiras, louça completa, talheres, copos,
guardanapos e tudo o mais. Se estiver dentro de seu orçamento, melhor.
Se não, opte por contratar profissionais avulsos, de acordo com o número
de convidados e o tipo de recepção.
O que vestir no bebê
Branco, sempre, com detalhes de renda ou bordado, mas em tecido macio, gostoso
de usar. Lembre-se que seu filho passará uma grande parte do dia com
esta roupa, que não deve espetar, coçar ou provocar qualquer
tipo de desconforto. Algumas famílias guardam os tradicionais camisolões,
que passam de geração em geração, mas vale, também,
um modelo mais moderno, em linho, pele de ovo ou fustão (ao escolher,
não deixe de considerar a estação do ano).
Para a mamãe, tons suaves e a maciez do linho, algodão, da seda, javanesa ou viscose. Evite saltos altos, já que vai ficar muito tempo de pé e com o bebê no colo. E nada de brincos e colares compridos ou pontudos, que podem machucá-lo.
Presentes & Lembrancinhas
A tradição manda pais e padrinhos presentearem com uma jóia,
em ouro: brincos, pulseira, cordãozinho. Para os convidados da festa,
distribua balas de amêndoas (dragées) embaladas em sacos de filó,
com o nome do bebê. Se preferir, sachês e fondants também
são muito bem recebidos. Outra opção: um porta-retrato
com a foto do bebê.
Qual idade é melhor para seu filho ir a escola
É comum que os
pais fiquem indecisos quanto à idade ideal de encaminhar os filhos
para a escola. Muitas vezes, porque precisam sair para trabalhar, não
têm com quem deixá-los e acabam se antecipando e levando-os já
nos primeiros meses de vida. Mas será que isso é o ideal?
Segundo Maria Guimarães Drummond Grupi, diretora da escola Ponto Omega,
a partir do sexto mês de vida o bebê já pode começar
a freqüentar o berçário por meio período. É
importante que a criança desenvolva relações com outras
pessoas, porque a partir do sexto mês ela já se sente segura
de que não vai perder o seu espaço, explica Maria.
Segundo ela, o ideal seria que a criança ficasse meio período com a mãe e meio período no berçário. Depois dos dois anos, ela precisa passar o maior tempo com os amigos, afirma a diretora.
O berçário é a melhor opção para o desenvolvimento pleno das crianças em seus primeiros anos, principalmente nos dias de hoje em que a presença dos pais em casa foi parcialmente substituída pela presença das babás, fator que por vezes compromete o desenvolvimento intelectual e emocional da criança.
É benéfico
criar uma extensão do ambiente familiar, no qual as crianças
possam desenvolver seu potencial e sejam felizes, bem cuidadas e confiantes.
Na maioria das sociedades humanas, o dinheiro sempre esteve associado ao poder, mesmo antes do capitalismo: quanto mais rico, mais poderoso o rei ou o senhor feudal. Até hoje, a posse do dinheiro e estar na posição de pagador confere uma série de direitos à pessoa. Nas relações comerciais, nada mais justo: quem paga tem uma série de direitos e aí está o código do consumidor para assegurar esses direitos. Mas, tanto nos relacionamentos familiares, quanto nos afetivos tudo é mais complicado, pois além do poder, entram em cena outros valores, gerando conflitos.
Durante muito tempo, nas sociedades patriarcais - e machistas - o dinheiro e o poder estiveram restritos às mãos masculinas. Encontramos vestígios disso até mesmo na língua, basta analisar a origem da palavra patrimônio. É como se tudo o que se angariava por meio do dinheiro estivesse relacionado à força do pai. Já a palavra matrimônio deriva de mater, que significa mãe, como se a união da família dependesse da mulher. A origem da moeda remonta cerimônias com rituais sacrificiais, pois entre gregos e romanos a mesma palavra designava gado e dinheiro. Assim, o gado oferecido aos deuses era uma espécie de pagamento. Destaca-se o culto à deusa Juno Moneta que, além de estar vinculada à emissão da moeda, zelava pelo matrimônio e pela castidade feminina. O pagamento à deusa garantiria a ordem social e a estrutura familiar a partir da repressão da sexualidade feminina.
Com a liberação feminina, após séculos de opressão, podemos hoje observar que, na maioria dos lares, a mulher tem cada vez mais participação na renda familiar e, consequentemente, na aquisição do patrimônio do casal. Assim, as disputas pelo poder começam entre o casal.
Os desejos e os anseios humanos são bastante peculiares; cada um tem seu próprio sistema de valores no qual se reflete a forma de lidar com o dinheiro. Assim, o que para um é gastar o suficiente, para o outro pode ser tachado de desperdício e, para um terceiro, de pãodurismo! Como o consumo é ditado muito mais pelos desejos emocionais que pelas necessidades materiais, conciliar um orçamento familiar é uma das mais difíceis tarefas para um casal. A aquisição de um objeto qualquer se relaciona muito mais à representação psíquica do objeto no mundo de nossos desejos do que seu valor intrínseco ou sua utilidade. As propagandas que o digam: associam-se emoções e símbolos aos bens de consumo que, em geral, nada têm a ver com a função primordial do objeto.
Para complicar mais a situação, existem muitos pudores ao se falar sobre dinheiro. Crescemos ouvindo que isso não se comenta na frente dos outros, isso é assunto da família, é indelicado perguntar sobre valores etc. Há também o tema preço do presente, que é ainda um grande tabu. Assim como existem casais que não conversam abertamente sobre sexo, existem aqueles para quem o dinheiro é um assunto muito delicado, ou até mesmo, proibido. O tema dinheiro pode ser um tabu muito mais forte que o do sexo, embora nos dois casos, o assunto seja tratado com certa freqüência em revistas, jornais, programas de TV.
A questão reflete os outros significados do dinheiro, além do valor representativo de compra e do poder associado, há uma medida do valor da pessoa que o possui (e conseqüente desvalorização de quem não o possui). Assim, falar abertamente sobre dinheiro significa falar de seu próprio valor. Observamos que as pessoas, em geral, falseiam muito as informações sobre dinheiro. Existem basicamente dois estilos: aqueles a quem nada falta (não falam a verdade porque temem expor suas fraquezas e dificuldades) e aqueles para os quais sempre falta (colocam-se sempre na posição de vítima, também em outras circunstâncias da vida). O interessante é que essa postura independe da renda real, refletindo uma posição do sujeito com relação ao que ele valoriza e, principalmente, à forma como valoriza a si mesmo.
O dinheiro, ao mesmo tempo em que representa a possibilidade de vir a ter, marca a ausência do objeto que se deseja: o valor numérico que se possui eqüivale ao objeto que não se possui. Assim, o dinheiro denuncia aquilo que não possuímos ou o que não somos, expondo a incompletude humana. Somos sempre incompletos, ou seja, seres em que falta algo e, assim, o dinheiro torna-se o símbolo dessa falta. É importante notar que, independentemente da quantia em dinheiro, essa falta sempre existirá e, por isso, não há satisfação completa (o que é positivo: evita a estagnação!).
Num relacionamento afetivo, temos a ilusão temporária de encontrar no outro o que nos completará. Depositamos nosso afeto, esperança e nossos sonhos. Investimos atenção, carinho e tempo. Tal qual o investidor do mercado financeiro, desejamos garantias sobre o depósito de preferência acrescido de lucros e poder resgatá-lo a qualquer momento. Mas nem sempre isso é possível: muitas vezes os riscos são altos. Dificuldades maiores ocorrem quando há incompatibilidade de moeda: dinheiro x amor. Um dos parceiros investe mais emocionalmente na relação, enquanto que o outro investe mais financeiramente. Muitas vezes, para o homem, pagar contas é sinal de amor sinal este que passa despercebido para a mulher cujo investimento foi feito na moeda do afeto. Como boa parte dos homens ainda tem dificuldades em expressar seus sentimentos, pagar pode ser uma forma de demonstrar esse amor. Por sua vez, a mulher oscila entre as posições de independente e dependente financeiramente. Mesmo entre as bem sucedidas profissionalmente, poucas são as mulheres que aceitam um parceiro em condições financeiras abaixo da própria, o que demonstra o quanto ainda estão presas às tradições do macho provedor.
Quem está na posição de ser sustentado ou simplesmente, o que ganha menos, pode sentir-se inferiorizado e até mesmo em dívida para com o parceiro. A dependência pode levar a sentimentos de ódio inconsciente, pois tudo o que nos prende, mesmo que com amor, tolhe a liberdade e passa a representar o que cerceia, o que impede. Esse tipo de sentimento é muito comum também entre adolescentes, que se sentem presos e controlados pelos pais, por não terem meios próprios para seu sustento. Essas relações de amor/ódio podem levar ao sofrimento e intensos sentimentos de culpa, se não forem elaboradas adequadamente. Ser sustentado pode significar estar subjugado ao outro, ainda que, muitas vezes, quem paga não perceba isto. Outras vezes há um abuso do poder por parte do pagador, que sente-se no direito de cobrar, exige obediência e pode tornar-se um verdadeiro tirano na família. São clássicas as falas: Se você não paga, então não tem direito de reclamar e Quem manda aqui sou eu, porque eu é que ponho dinheiro nesta casa.
Diante do que foi exposto,
somos levados a pensar que a opressão das mulheres e a concentração
do poder monetário entre os homens era um modelo mais estável.
Com papéis bem definidos, não havia espaço para tantos
conflitos. Porém, a transformação social, irreversível,
trouxe ganhos imensos para homens e mulheres: poder compartilhar sonhos e
desejos; crescer juntos, criar um sistema de valores próprios a partir
da fusão do que se traz da família de origem. Dividir o poder
não é tarefa fácil, mas relações onde ambos
estão engajados na manutenção do matrimônio e em
que ambos são responsáveis pelo patrimônio, tendem a ser
mais equilibradas e a sofrer menos com os reveses da vida. No momento atual,
o que os casais podem fazer com relação ao dinheiro é
exatamente o mesmo que se prega com relação ao sexo: conversar
abertamente, sem tabus, respeitando a individualidade do outro.
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