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Materias Especiais com Cães: Hipotireoidismo - Primeiros Socorros

Materias Especiais com Gatos: Ingestão de pelos com Excesso - Primeiros Socorros

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Galeria Show Cão e Gatos

Materia Especiais


Hipotireoidismo



Ganho de peso, queda de pêlo e outros problemas dermatológicos — esses sintomas podem estar relacionados a uma série de doenças. Uma delas é o hipotireoidismo, uma doença que aparece com mais freqüência em cães do que em gatos. É caracterizada por uma queda na produção dos hormônios da glândula tireóide, que tem uma importante função na regulagem do metabolismo.


Causas

A diminuição da produção e secreção dos hormônios tireoideanos é a causa básica do hipotireoidismo. A produção destes hormônios é influenciada pelas glândulas pituitárias (ou hipófise), hipotálamo e tireóide. Embora problemas possam ocorrer em qualquer parte deste circuito glandular, mais de 90% dos casos ocorrem quando há destruição da glândula tireóide pelo próprio organismo.

Cinqüenta por cento desses casos ocorrem quando o próprio sistema imune do animal ataca as células da tireóide; o restante dos casos ocorrem por atrofia do tecido tireoideano por infiltração gordurosa, forma esta ainda de origem desconhecida.


Que pets podem desenvolver o hipotireoidismo?

Os cães são muito mais afetados que os gatos, sobretudo na faixa etária de 4 a 10 anos, nos portes médio a grande, sendo mais raros nos de porte toy e miniatura.

Existem certas raças com uma maior predisposição, como Golden Retriever, Dobermann, Setter Irlandês, Teckel, Cocker e Airdale Terrier.

Como saber se meu cão tem hipotireoidismo?

Já que o hormônio tireoideano é necessário para o metabolismo celular adequado, sua deficiência irá afetar a função metabólica de várias partes do corpo, logo não haverá um sintoma específico para o hipotireoidsmo.




Analisados de uma maneira conjunta, todos esses sintomas fazem o veterinário suspeitar do hipotireoidismo.


Foto: Banco de imagens CEPAV
>> ganho de peso/obesidade

>> queda de pêlo

>> apatia

>> letargia

>> pêlo ressecado

>> hiperpigmentação da pele

>> hiperqueratinização da pele

>> colesterol alto

>> anemia


Tratamento

A doença é diagnosticada através de exames bioquímicos no sangue que verificam os níveis dos hormônios tireoideanos T3 e T4. O hipotireodismo pode ser tratado com hormônios sintéticos.

O Que Fazer?

Primeiros Socorros

ATROPELAMENTO


O domingo está perfeito, com sol, churrasco na beira da piscina, amigos e familiares chegando. Então, alguém deixa o portão aberto e o Rex decide visitar Laika do outro lado da rua. O pior acontece: um carro se aproxima, o cão está no meio da rua e pronto!

O que fazer em uma situação como esta? Afinal seu cão está ali deitado no meio da rua, inconsciente e com ferimentos pelo corpo.

O primeiro passo é manter a calma e agir o mais rápido possível. Peça que alguém vá tirando o carro da garagem para que o animal seja levado ao médico veterinário, que já terá sido contactado por outra pessoa.





Lembre-se que seu cão é seu melhor amigo e que você o ama, mas ele estará sentindo muita dor e agirá por instinto, tentando se proteger e evitar mais dor. Por isso, colocar uma mordaça feita com tiras de tecido ou uma corda é fundamental.



Caso seu animal esteja inconsciente verifique se está respirando. Mantenha as vias respiratórias livres de secreções ou sangue.

Se perceber algum sangramento, faça compressão com um pano limpo. Caso seja nos membros, faça um torniquete.

Se você constatar fraturas, procure imobilizá-las com talas de papelão, latão ou qualquer outro material leve e flexível.

Tente manter seu animal imóvel, pois poderão existir lesões internas.



Ao transportá-lo, tente colocar um anteparo, uma maca improvisada para minimizar os riscos de causar mais lesões.

Leve seu cão ao veterinário o mais rápido possível, para que ele receba tratamento intensivo.

Ingestão excessiva de pêlos: problema em raças de pêlo longo e semilongo



O maior problema enfrentado pelos proprietários e criadores de gatos, principalmente aqueles dotados de muito pêlo, é o aparecimento de "fecalomas", que são bolas de pêlo formadas pela sua ingestão excessiva durante a sua "toalete".


Gatos de pêlo semilongo, como os da raça Sagrado da Birmânia, não fogem à regra. Entretanto, por terem uma pelagem não tão abundante como os da raça Persa, uma escovação semanal e um banho mensal (não obrigatório) são suficientes para prevenir e evitar que façam a ingestão de pêlos em excesso.
Além disso, em situações particulares como o verão e a época do cio, que fazem com que o animal perca muito pêlo, você pode lhe oferecer pastas próprias vendidas em lojas de animais, que possuem a função de proteção contra os fecalomas, facilitando a sua eliminação.

Alguns criadores utilizam ervas ao invés das pastas, que após a mastigação pelo animal, provocam vômitos, eliminando os pêlos ingeridos. É importante lembrar que o banho ajuda muito a eliminação de pêlos mortos, evitando assim que o gato ingira pêlos que não tenham sido retirados durante a escovação.

Primeiros Socorros

Acidentes

De vez em quando o gato parece realmente ter sete vidas. Seu corpo é tão flexível que lhe permite "escapar" de alguns acidentes que poderiam ser bastante graves. Mas ele não está livre de se machucar. Ele pode ser atingido por um automóvel, por uma pedra, ou ficar entalado numa porta, cair de grandes alturas ou ainda ser maltrado por um cão ou outro gato.

Se isso acontecer, você estará pronto para salvar seu gatinho — ou, pelo menos, aliviar a sua dor — tomando algumas atitudes práticas e rápidas enquanto o veterinário não chega.

Mesmo que não pareça, certamente seu animal estará sentindo dor. Assim, mesmo o mais calmo gatinho pode se tornar arredio, arranhar ou tentar fugir. Você deve tentar mantê-lo calmo, sob controle e dentro de um local fechado e seguro. Não lhe dê nada para comer. E também não pense em dar estimulantes à base de álcool nem aspirina.

Se tiver que pegar um gato ferido, ponha um lençol sob seu corpo e leve-o como se fosse numa maca. Outra opção é segurá-lo pela nuca com uma das mãos e apoiar o seu corpinho com a outra. Deite-o numa superfície lisa, num local tranqüilo, e cubra-o com um cobertor. Se possível, coloque uma bolsa de água quente, envolvida num pano, junto dele. De preferência, peça para alguém segurar o animal para que você fique com as mãos livres para examiná-lo melhor.

Comece então a examinar os seus ferimentos. Tente verificar a pulsação pelo lado de dentro da coxa, no ponto onde a perna se junta ao corpo. Se a respiração for irregular ou inexistente, abra a boca do gato e procure retirar qualquer corpo estranho, saliva, sangue ou vômito. Em casos extremos, administre a respiração artificial.

Se o gato estiver sangrando muito, cubra a ferida com um pedaço de pano limpo, algodão, gaze, lenço e prenda-o firmemente com uma atadura. Se não puder enfaixar a ferida, segure o lenço, gaze ou algodão com firmeza. Em seguida, leve o animal imediatamente ao veterinário. Se possível, peça para alguém contactar o consultório e preparar a equipe para o atendimento de a uma emergência.



Asfixia

Algumas medidas práticas podem evitar que o animal fique sufocado. Se seu gato usa coleira, escolha uma que tenha uma parte elástica. Nunca dê ossos cozidos para ele mastigar: eles podem partir-se em lascas e fazer com que o animal se engasgue ou se corte gravemente. Ossos de porco, galinha e peixe são particularmente perigosos, mesmo se não estiverem cozidos. Os únicos ossos seguros são os osssos grandes, de carne bovina, como os de rabada.

Quando um gato está engasgado o mais importante é agir com rapidez. Se o animal estiver com coleira, tire-a imediatamente.

Se você não conseguir tirar o que está provocando a obstrução, pegue o gato pelas duas pernas traseiras e gire-o em círculos. Assim a força centrífuga explusará o objeto estranho. Se isto não funcionar, tente usar uma pinça e, por último, a respiração artificial (boca a boca).



 

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